quinta-feira, 21 de julho de 2016

Revista da Xuxa: Edições 63, 64 e 65 (Promocionais da Arisco)

Por: Leandro Franco

Hola, ¿cómo están todos? Bien? Hoy tenemos muchas cosas que comentar ...

E já vamos começar explicando por que  nosso post começou escrito em espanhol.  Lembram-se que no post passado mostramos toda a grandiosidade da parceria Xuxa e Arisco e que isso não ficou restrito ao território brasileiro? Na Argentina a Arisco também escolheu Xuxa para ser sua estrela e mostrar o que as dueñas de casa poderiam fazer com os produtos da empresa.


Nos primeiros comerciais argentinos, os produtos eram mostrados em sua embalagens “brasileiras”, o que foi corrigido pouco tempo depois:

Vídeo institucional da parceria em espanhol



Com toda essa divulgação, claro que a Arisco não deixaria de usar a mesma estratégia que vinha dando certo no Brasil: as revistinhas promocionais. Sem querer, a empresa acabou atendendo um pedido de muitos baixinhos e até mesmo da própria equipe de criação do gibi.



No post em que comentamos a edição de 1º aniversário, mostramos que entre os planos da equipe da Revista da Xuxa estava o lançamento da publicação em espanhol, somado a isso tivemos, durante toda a existência da revistinha, a publicação de cartinhas de leitores de fora do Brasil que pediam que a Revista fosse lançada fora do Brasil, mas a resposta que Xuxa podia dar era algo mais ou menos assim: “infelizmente minha revistinha não é publicada fora do Brasil. Espero que você possa continuar contando com alguém daqui (do Brasil) que possa lhe enviar as edições”.


Cartinhas publicadas respectivamente nas edições 42 e 48 da Revista da Xuxa (Junho e Dezembro de 1992)

A ideia foi boa, mas não foi bem executada. A Revista da Xuxa lançada na Argentina era semelhante à edição brasileira. Semelhante até demais. A capa era A MESMA! Não houve a preocupação de traduzir corretamente: Revista DE Xuxa, era DA Xuxa mesmo e pronto! A numeração também foi mantida, o que deve ter feito nossos hermanos se perguntarem: “mas já começa a partir do número 63?



E o que dizer dos personagens? O Moderninho – Modernito para eles – não aparecia do Show de Xuxa, como explicar aquele boneco de espuma falante lá no meio dos personagens. E a Vovuxa? Lembrando que não existia internet, nem rede social para facilitar a pesquisa e conhecimento das coisas.



Em compensação algumas fotos inéditas foram reservadas para as contracapas argentinas: o produto era o mesmo, mas a foto...



A tradução das histórias é um capítulo a parte. Parece que quiseram acompanhar Xuxa nos seus primeiros programas argentinos. Na época, a loira já avisava que ainda não dominava o idioma e que poderia surgir um portunhol. Pois foi exatamente o que aconteceu com o gibi da Arisco: portunhol, não tem outra explicação.

Dúvidas? Consulte o Dicionário de Portunhol da Arisco

"Historietas" a parte, voltemos ao Brasil e vamos ver o que nos reservam as edições 63, 64 e 65 da Revista da Xuxa.


Edição 63


Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 63

O produto em destaque é o Caldo de Galinha Arisco. Já na capa temos Xuxa Cachinhos Dourados comendo a sopa dos “três ursos”. A propósito, nessa fase da Arisco os gibis passaram a ter capas que faziam uma menção direta à historinha interna – recurso que nunca foi usado quando a revista era vendida em bancas. Na aventura, Xuxa, Moderninho, Dengue e Praga vão interpretar os personagens da história infantil “Cachinhos Dourados” para um filme da loira. Tudo com o patrocínio da Arisco, claro.


Até uns quadrinhos mais bem humorados foram incluídos, mas nem assim deu pra garantir um final mais interessante, infelizmente.



O pôster – não podia ser diferente – ficou com Xuxa e o caldo de galinha da Arisco.


Mais dois passatempos para os baixinhos completaram a edição, que foi publicada em setembro de 1994.


Curiosidade: comparem alguns quadrinhos da versão nacional com a argentina

Por que não usaram o termo correto: "bajitos"?


Por que usar a tradução literal da música, quando existe a versão adaptada desde 1990?

Inédito na internet: o primeiro Toc Toc da Xuxa!



A expressão "Amigo Urso" não faz sentido lá na Argentina, então que nunca lhes falte a sopita, né?


Edição 64

Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 64

Parece que brincar com os contos de fada deu certo e Chapeuzinho Vermelho foi a história escolhida para ser adaptada pela 64ª edição da Revista da Xuxa. Bom, nada muito novo. Lá na edição 11, bem no comecinho de tudo, já tinham transformado Xuxa na heroína da capa vermelha...


Se transformar Xuxa em Chapeluxa – ou Caperuxuxa, na edição Argentina – não era coisa nova, misturar as histórias era e assim tivemos os três Porquinhos e os carneirinhos (lembram do XSPB 3) no meio da bagunça toda.


Outra coisa que não foi novidade, foi a dificuldade em dar um fim mais consistente à história. A impressão que  temos é que o roteirista se empolgou, foi desenvolvendo a história e alguém chega e fala “mas você só tem mais 3 quadrinhos para acabar a historinha” e tudo acaba meio a trancos e barrancos.


Poster da Goiabada para nós  e Dulce de Guayaba para nuestros hermanos.


Mais dois passatempos e missão cumprida naquele setembro de 1994.



Curiosidade: comparem também alguns quadrinhos da versão nacional com a argentina da edição 64

 Se fosse a Cinderela seria Cinderuxa?

Entendeu que Caperuxuxa é um nome feio? Nós também...

Braguinha para nós, Carlos Gardel para eles


Edição 65

Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 5

A primeira edição da Revista da Xuxa do ano de 1995 foi publicada logo em janeiro. Depois de 4 edições publicadas em meses aleatórios, a Arisco parecia estar convencida de que a Revista tinha dado certo e passou a publicá-la mensalmente, mas não isso teve vida longa, infelizmente.
A capa e a historinha focavam no Marron Glacê da Arisco, que representava o tesouro escondido do Pirata Modergancho, tataravô do Moderninho. E como já sabem: onde tem Moderninho, tudo é possível... Até mesmo um baú ficar enterrado décadas e depois de aberto ter caixas de Marron Glacê pronto para o consumo.


Insanidades a parte, Moderninho bancando o pirata não é algo novo na Revista da Xuxa. Lá na edição 27, o boneco já tinha se empolgando com a vida dos sete mares e ficado cara a cara com piratas de verdade.


Xuxa quase não aparece nesta historinha, assim como o produto da vez. Curioso que nem foto da Xuxa com o Marron Glacê foi publicada. O pôster ficou para o catchup Arisco.


Depois de uma comilança dessas: sopa com Caldo de Galinha, Goiabada e Marron Glacê de décadas é mais do que hora de dar uma pausa pra digestão... Então, já sabem, semana que vem voltamos com o último post sobre as Revistinhas Promocionais da Arisco. Huuum, mas sexta que vem ainda está tão longe, acho que vamos deixar vocês darem uma espiadinha... o que você acha, Xuxereia?


Já imaginaram Xuxa sendo a Ariel de "A Pequena Sereia"? Semana que vem...

Vídeo Exclusivo: Mara Maravilha canta Não Faz Mal

Na segunda-feira, Mara Maravilha Oficial fez um revival no Programa Xuxa Meneghel cantando o hit "Não Faz Mal". Hoje na nossa ‪#‎TBT‬ nós relembramos Mara cantando a mesma música no "Xou da Xuxa" especial de Natal de 1990, a 1ª participação dela em um programa da Rainha.

 

terça-feira, 19 de julho de 2016

Programa Xuxa Meneghel #48 - 18/07/2016

O 48º Xuxa Meneghel foi MARA, do começo ao fim! Quem um dia poderia imaginar Xuxa dedicando um programa inteiro a sua antiga concorrente? Por mais que Mara Maravilha tenha participado de seus programas no auge da comentada "rivalidade", e a amizade e carinho fossem declarados, a homenagem à baiana surpreendeu.


A começar pelo VT que abriu a atração, que recontou toda a trajetória da apresentadora e cantora, com direito a imagens do Xou da Xuxa e do Show Maravilha.


No palco não faltou assunto. As duas relembraram diversos momentos que vivenciaram juntas, desde as participações da então contratada do SBT no "Xou", passando pelo desfile da Beija-Flor em 1992 - responsável pelo encontro histórico de Xuxa, Mara e Angélica - e até mesmo a polêmica história das cachorrinhas de Xuxa que viralizou no ano passado e foi esclarecida pela nossa Rainha no palco. (lembram do nosso post sobre a polêmica? releia aqui).


Também não faltou assunto sobre a vida pessoal de Mara - que logo passou a dividir o sofá com o namorado Gabriel Torres - e até mesmo algumas revelações curiosas de Xuxa como "a Sasha lava todas as calcinhas dela". Mas curioso mesmo foi nossa Rainha ter comentando discretamente (SQN) a parceria com a marca Arisco, assunto que está em pauta no Xuper Blog nos posts publicados às sextas. Como não amar?

O clima de nostalgia tomou conta mesmo com Mara Maravilha cantando um de seus maiores hits: "Não faz Mal (Eu Tõ Carente Mas Eu Tô Legal)", levando a plateia o delírio. Pra quem não lembra (ou não sabe), essa foi a primeira música que Mara Maravilha cantou no "Xou da Xuxa", no programa de Natal de 1990.


Mara deixou de ser o centro das atenções com a chegada da cantora Kelly Key e seu marido Mico Freitas, que vieram para participar do Jogo das Setas e também de uma brincadeira nova: "Beija Bola", com direito a participação especial de Junno para que Xuxa pudesse explicar a dinâmica do game.


O "encontro de casais" no palco sempre funciona e a brincadeira das setas é ótima para ajudar a arrancar revelações e render momentos divertidos. Mas o game "Beija Bola" acabou esfriando um pouco a conversa - assim como geralmente acontece com outras brincadeiras - que acabam não sendo tão interessantes quanto o bate-papo no sofá.


E mais um "Toc Toc" emocionante encerrou o programa, dessa vez com a história de Luara, uma baixinha que tem um problema raro nos ossos e foi presenteada com uma cadeira especial, que nossa Rainha fez questão de substituir ao perceber que não era a ideal para o tamanho da garota.


O reencontro de dois ícones da infância de toda uma geração, somada a um bom e divertido bate-papo, rendeu um dos melhores programas até agora. Como sempre dissemos, acreditamos que o segredo do programa está nos bate-papos bem humorados e, sobretudo, na apresentadora. Dá-lhe Xuxa, você sim é MARA!


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Xou da Xuxa 30 anos: Depoimento de Andreia Sorvetão

E as comemorações ‪#‎XoudaXuxa30anos‬ continuam! Vem conferir o depoimento da Andréia Sorvetão contando histórias curiosas sobre as primeiras gravações do Xou da Xuxa e como entrou no programa!


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Revista da Xuxa: Edições 61 e 62 (Promocionais da Arisco)

Por: Leandro Franco

“Nem tudo acaba quando termina”... Vocês se lembram que escrevemos isso no nosso último post sobre a Revista da Xuxa? Pois é, pura verdade! Antes de qualquer coisa, que tal uma recapitulada? O gibi da loira teve 60 edições publicadas entre dezembro de 1988 e dezembro de 1993, através da Editora Globo e foi o gibi de personalidade da TV que teve a maior duração no mercado dos quadrinhos: 5 anos. Com o fim da publicação, parecia que as aventuras da Xuxa nos quadrinhos estavam definitivamente encerradas. E o que dizer dos outros personagens? Moderninho, Praga, Dengue, Vovuxa, Xuxo... todos esses dependiam do gibi para ainda se fazerem presentes na carreira de Xuxa, pois o programa infantil já não mais existia.


Graças a uma ousada e grandiosa parceria entre Xuxa e a empresa de gêneros alimentícios Arisco, esses personagens tiveram ainda uma sobrevida. A Revista da Xuxa voltou a ser editada e novas aventuras foram escritas.


Claro que muita coisa mudou; a começar pela periodicidade e pela forma de distribuição da publicação. Antes de chegarmos a esses detalhes precisamos entender melhor a parceria Xuxa e Arisco.



“Tô assim com a Arisco”
A Arisco surgiu em 1969 e seu primeiro produto comercializado era uma espécie de tempero em pasta que misturava alho, sal e pimenta. Somente no final dos anos 80 e início dos anos 90 que a empresa teve uma expansão significativa no mercado nacional, quando passou a produzir caldos e sopas, amido de milho, pó para refresco, maionese, catchup, macarrão instantâneo e achocolatado. Logo, toda a linha Arisco começou a ser exportada para vários países.



No ano de 1990, a empresa se tornou uma das patrocinadoras dos sorteios do Xou da Xuxa. Os baixinhos que escrevessem para o programa ganhavam uma bicicleta promocional.  Xuxa foi escolhida para destacar a praticidade e jovialidade do produto junto ao seu público, que tinha donas de casa também. Deu certo!



Em 1992 Xuxa fechou um contrato de exclusividade com a marca e passou a ser a garota propaganda, ficando responsável por todas as campanhas publicitárias, fora o merchandising em seus programas.


Um vídeo institucional apresentando Xuxa como a nova garota-propaganda foi veiculado na TV. Em cerca de 1 minuto, Xuxa deixa clara sua aprovação à marca e recomenda o consumo dos produtos.


Nessa época surge o famoso boné vermelho que trazia o autógrafo de Xuxa nas laterais e que se tornou objeto cobiçado entre os fãs da loira – não só os do Brasil, afinal Xuxa era a “cara” da Arisco também na Argentina.



Curiosidade: o boné teve duas versões durante o contrato de Xuxa com a Arisco. A primeira (1992-1993), mais simples, estampou os primeiros comerciais e ensaios de divulgação.  A partir de 1994, o boné já estampava a marca sem a segunda linha verde e na parte de trás trazia o nome “Arisco” em meia lua na parte de regulagem.



Modelo 1: a marca ainda usava o segundo retângulo verde e a parte de trás era lisa.

Modelo 2: a marca aparece num único retângulo e na parte de trás
aparece novamente o nome "Arisco"

Em 1993, foi lançado o refresco em pó Frisco e foi esse produto o principal responsável por  vincular a imagem de Xuxa à marca de forma definitiva. Cada embalagem trazia em seu verso uma foto da apresentadora para ser recortada e colecionada. O assunto Xuxa/Frisco é tão interessante que o reservamos para um futuro post. Fiquem de olho, logo, logo publicaremos.



E se Xuxa já estava tão vinculada à marca, nada mais justo que a Arisco também fizesse parte do universo da loira: em 1994, a turnê Sexto Sentido foi patrocinada pela empresa. Pra todo lado se viam os bonezinhos vermelhos e Xuxa, claro, usava seu broche de brilhantes com o nome da marca o tempo todo: nas coletivas de imprensa, nos bastidores, nos encontros com fãs...




Pronto! Chegamos onde queríamos: ano de 1994! Ano de Copa do Mundo e a Arisco recrutou Xuxa e as Paquitas para mais um filme publicitário. O jingle “Eu to assim com a Arisco” se tornou praticamente uma música alternativa de Xuxa. Até então os comerciais não traziam música e nem precisamos dizer o quanto isso agradou aos fãs da loira. Daí pra frente a fórmula foi usada sem moderação. Tivemos jingle pra maionese, pro Natal e até pro achocolatado Mágico, o último, já em 1998.




As Revistinhas
Ainda no gancho da Copa do Mundo, a Arisco resolveu trazer de volta a publicação em quadrinhos da loira e assim tivemos uma nova fase da Revista da Xuxa. A partir de agora as revistinhas passam a ser promocionais, ou seja, não são vendidas em bancas e passam a ser distribuídas gratuitamente em grandes supermercados e lojas de departamento.




Não são mensais, a periodicidade ficou confusa – em alguns meses saíam duas edições, noutros só uma, noutros nenhuma. O número de páginas foi reduzido para menos de um terço: de 66 para 18. Apenas uma história por edição e todas as edições passam a trazer miniposteres da Xuxa e passatempos – se trouxessem Paquitos e Madame Caxuxá, diríamos que leram todas as cartas do Correio da Xuxa: “vamos dar ao povo o que ele quer”! E claro, MUITA divulgação dos produtos da Arisco... é justo!

Edição 61


Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 61

Como dissemos, cada revistinha da segunda fase da Revista da Xuxa vai apresentar apenas UMA história e ela sempre será focada em um produto da Arisco. A edição 61, publicada em junho de 1994 destacou a Geleia de Mocotó. “Cresça e Apareça” conta a aventura de Praga e Moderninho voltando no tempo e encontrando Xuxa ainda criança.


Eles adiantam um pouco de tudo que a futura Rainha dos Baixinhos vai viver e a alertam que, para que tudo se concretize, ela precisa.... comer muita Geleia de Mocotó da Arisco (!!!!).


Bom, a história seguiu bem desenvolvida até esse momento, mas temos que dar um desconto, afinal a Arisco tava pagando...


Não existe indicação de qual foi o estúdio responsável pelos desenhos, mas dá pra notar que há uma diferença considerável nos traços. Certamente não era a AW e nem a Amâncio Produções, nossas velhas conhecidas, mas o padrão está mantido.A propósito, a Xuxa criança em muito nos lembra a aventura publicada lá na edição 22 (outubro de 1990).



E se não temos as cartinhas do Correio da Xuxa para nos divertir, temos um desenho bem curioso de uma das Paquitas...

Que Paquita seria essa? A Bocuxa?

E temos Praga usando como referência musical de Xuxa uma música que nem é dela propriamente dita. Cadê Tindolelê, Pinel Por Você, Festa do Estica e Puxa, Dança da Xuxa? Preferiram pegar uma que a maioria sequer sabe o nome correto: Querer é Poder, que saiu no disco do cantor José Augusto em 1992.


Na contracapa interna tivemos a letra do jingle, enquanto nas demais tivemos fotos da Xuxa com os produtos. No miniposter, claro, foto de Xuxa com a Geleia de Mocotó.



Os passatempos marcaram presença e cumpriram a função de distrair e fixar o produto para os leitores.



Edição 62


Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 62

Lançada simultaneamente com a edição 61, a revistinha também abordou a Geleia de Mocotó. Se antes era a pequena Xuxa que tinha comer muita geleia, agora é a vez do Praga se empanturrar com o doce.




































Tudo para que ele se torne um atleta – e faça Moderninho ganhar dinheiro, claro. Óbvio que coisa que Moderninho põe a mão nunca é bem o que parece ser e o Praga já devia saber disso.

A história se assemelha muito à uma publicada na edição 26 (fevereiro de 1991) onde o Praga tenta fazer do Dengue um praticante de exercícios físicos. Até mesmo a “saída” para vencer uma corrida foi refeita. Pelo menos o final é diferente e dessa vez incluíram a Xuxa na história.



Parece que geleia de Mocotó é o equivalente ao espinafre do Popeye: a pessoa come e a força brota do nada!


Novos passatempos e o mesmo miniposter da edição 61. Mal começou e já tinha repetição? E olha que Xuxa fez todo um ensaio com todos os produtos da Arisco, hein?




Encerramos por aqui; na semana que vem falaremos das edições 63, 64 e 65. Enquanto isso vocês podem pensar em qual sabor de geleia de mocotó vão comer de sobremesa.  O negócio é bom mesmo: ou você vira a Xuxa ou fica forte, já pensaram nisso? E já que falamos de tanto produto alimentício, vamos deixar um aperitivo:


Sim, a Revista da Xuxa finalmente foi publicada fora do Brasil, num idioma bem peculiar...
Detalhes? Só semana que vem...

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