quinta-feira, 28 de julho de 2016

Revista da Xuxa: Edições 66, 67 e 68 (Promocionais da Arisco)

Por: Leandro Franco

No ano de 1995, a parceria de Xuxa com a Arisco estava no meio de sua existência. Já não existia todo aquele frisson do início quando os fãs disputavam os bonés, postais ou esperavam o novo comercial, o que não quer dizer que não era mais rentável. A missão estava cumprida, Xuxa foi a responsável por tornar a marca mais popular não só entre as donas de casa, mas também entre seu público. Depois da divulgação em massa, era hora de colher os frutos.


Pelo menos três comerciais novos foram feitos durante 1995: Frisco, Maionese Arisco e o de Natal. Todos dois seguiram a ideia do comercial da copa: incluir um jingle. Para quem não sabe, jingle é o nome que se dá àquela musiquinha de refrão fácil que gruda na nossa cabeça e é feita especialmente para vender / divulgar um produto.
O vídeo da Maionese trouxe Xuxa com o estilo de roupa adotado para a divulgação do lançamento de seu álbum “Sexto Sentido”: toucas, elásticos nos braços e gorros. Buscou-se também referência nos DJs, que estavam em alta nos programas da loira.



Já o vídeo de Natal foi veiculado como parte do Especial de Natal para a TV Globo. A Arisco era uma das anunciantes principais. Diferente do comercial anterior, dessa vez não havia um produto a ser “fixado” na mente dos telespectadores. A ideia era realmente passar uma mensagem de fim de ano e, para isso, musicou-se a clássica história do homem que foi levado pela enchente por não entender que Deus se manifestava  através de várias pessoas. Somente no fim da música, a Arisco aparece: “esperamos que você saiba sempre escolher o melhor para sua vida... Arisco com você!”


Em 1996, a Arisco ainda foi uma das patrocinadoras do especial noturno Xuxa 10 Anos (Rede Globo) e em 1997 passou a ser anunciante do Planeta Xuxa. Pudemos conferir alguns merchans de Xuxa para a marca recentemente durante as reexibições do programa no Canal Viva.



Em 1998, Xuxa protagonizou o último comercial para a empresa: Achocolatado Mágico. O comercial já estava adaptado ao assunto mais comentado daquele ano: a gravidez de Xuxa. Já nos versos iniciais ouvia-se: “agora não penso só em mim, penso em nós dois...” Pois é, provavelmente o comercial foi gravado antes de Xuxa saber que teria uma menina.



Nessa mesma época, os postais que Xuxa distribuía em seu programa e eventos traziam uma foto do ensaio do álbum "Só Faltava Você" com o escrito "Arisco" na lateral. Algo que não tinha muito sentido, pois o ensaio em nada tinha a ver com a marca.



Se os comerciais se findaram em 1998, bem antes chegou ao fim a publicação das revistinhas promocionais. Depois de 8 edições (61 a 68), a Revista da Xuxa encerrou definitivamente sua publicação em abril de 1995 e esse é principal motivo do nosso post.


Da mesma maneira que ocorreu o fim da publicação como revista de banca – sem qualquer aviso,  de repente mesmo – as edições da arisco também pararam de circular de uma hora pra outra. Não foi tão frustrante quanto a “era de banca”,pois  o gibi tinha uma história de 5 anos. Como contamos, o gibi promocional não tinha nem metade do alcance da edição normal, era distribuído gratuitamente em supermercados e lojas de conveniência e não tinha uma periodicidade definida, embora na sua reta final tenha seguido a regra de “um por mês”.
Vamos ao que nos trazem as edições 66, 67 e – a última – 68.



Edição 66


Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 66

Lembram das várias historinhas inspiradas em  casos de detetive que apareceram ao longo da Revista da Xuxa? A Edição 66 repete a fórmula mas com um elemento inédito: Dengue, que em todas as citadas histórias fazia o papel de bandido, dessa vez foi o astro, o detetive que soluciona o mistério da marmelada desaparecida.


A novidade fica pelo aparecimento de Pavão, personagem que não víamos há um bom tempo e também pelas Paquitas que estrearam um novo uniforme: cor-de-rosa!


Curiosamente, no ano 2001, havia o projeto de se ter a Baby Paquita, que seria a personagem da pequena Bebella (lembram-se dela nos XSPBs?), seu uniforme seria como esses do gibi. Será que o figurinista tinha guardado o gibi da Arisco?



A Marmelada – assim como o Marron Glacê da edição 65 – não teve um pôster pra chamar de seu. Republicaram o pôster da goiabada. As fotos das contracapas internas também foram republicações. Nada de novo no reino da Arisco.



Edição 67

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O produto da Arisco que mais foi associado à imagem de Xuxa (literalmente): o refresco em pó Frisco foi a estrela da penúltima edição da Revista da Xuxa. Praga cisma que tem que ter algum recorde em sua vida e pede que Xuxa e Dengue o ajudem nisso. A tartaruga começa toda animada a praticar alguns esportes, mas, obviamente, ele não tem qualquer perfil de esportista.



A historinha lembra, em algumas passagens, a história da edição 62, quando Moderninho tenta transformar Praga num esportista e também pede ajuda à Xuxa para treinar o aluno.





O destaque fica pelos quadrinhos com um humor mais debochado. Uma pena que essa linha não foi suficiente pra dar um bom fim (regra de qualquer edição promocional).



O poster, claro, dedicado ao Frisco, porém a mesma foto que já vinha sendo publicada em quase todas edições. Podiam ter variado... opção tinha.



A novidade ficou para a foto da contracapa: Xuxa e o catchup Arisco.




Edição 68

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Que a Revista da Xuxa teve algumas historinhas inspiradas em várias outras histórias infantis todo mundo já sabe, mas pela primeira vez isso veio bem explícito. A última história da Revista da Xuxa – quando dizemos última, é ultima mesmo: última edição, última aventura – foi livremente inspirada no conto “A Pequena Sereia” do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.  Assim como os estúdios Disney (que adaptaram a história para os cinemas em 1989), a equipe da Revista da Xuxa deu uma amenizada na história da sereia que se apaixona por um humano. 


Nada de faca, sangue, sereia careca e outras coisas assustadoras do original, agora temos um Praga-Caracol-do-Mar, um Moderninho-Siri e um Dengue-Cavalo-Marinho, tudo bem inofensivo. Até a Bruxa do Mar ficou menos assustadora que a Úrsula da Disney...


Como a história é uma recriação do famoso conto, vocês devem estar pensando: então dessa vez teremos um encerramento digno? Não vai simplesmente acabar do nada e falar sobre o produto da Arisco? Bem...  a Xuxereia tinha que ter uma emoção MUITO forte pra recuperar a voz que a Bruxa exigiu em troca da forma humana.


Ela era apaixonada pelo Príncipe; ele se declarou, a pediu em casamento e ainda disse que ela ia ser a dona de 3 bilhões de dólares. Coisas corriqueiras, nada que cause grandes emoções. Em compensação ela comeu um prato preparado com o tempero Arisco! Pronto! O feitiço se quebrou! O que é se casar com o amor da sua vida quando você pode se deliciar com tempero Arisco, minha gente?


E se a Xuxereia deixa claro que não conhecia a comida dos humanos porque logo que vira uma humana a tiara já vem escrito Arisco? Combinou muito com o vestido que ela pegou no baú da Cinderela, não é mesmo?



Brincadeiras a parte, foi a melhor historinha da fase “promocional” e realmente fechou dignamente esse ciclo. Não podíamos esperar mais de histórias patrocinadas.
A curiosidade fica por conta da nostalgia: no Xou da Xuxa Especial de Ano Novo 91/92, Xuxa fez o programa vestida de sereia e os desenhos do gibi ficaram MUITO semelhantes à nossa loira no programa.


Ah, e mais alguém percebeu o desenho da Mocreia como a noiva prometida do Príncipe? A “Princesa Bugancreia”. Uma bela homenagem! Mocreia apareceu na primeira e na última edição da Revista da Xuxa e não dava as caras desde a edição 34 (outubro de 1991). A moça foi a mais famosa (e única) antagonista de Xuxa nos gibis.

O pôster reeditou a foto dos temperos, que também já havia aparecido algumas vezes nessas oito edições.


E assim fechamos nossa série de posts sobre a Revista da Xuxa. Por alguns meses pudemos (re)descobrir curiosidades, histórias, referências de um dos projetos mais ambiciosos e bem sucedidos de Xuxa. Sessenta e oito edições... literalmente muita história pra contar. Tanta história que ainda não podemos encerrar o assunto. Algumas curiosidades, assuntos de bastidores e projetos serão o enredo do nosso próximo post sobre a Revista da Xuxa. Pois é... mais uma vez “nem tudo acaba, quando termina”...

Um agradecimento especial ao amigo Bruno José N. Gonçalves que nos ajudou tanto
com sua boa vontade e suas digitalizações. Estamos assim com você!

Vídeo Exclusivo: Homenagem ao aniversário de 18 anos da Sasha

Há 18 anos, nossa Rainha recebia seu melhor título: MÃE. Tudo começou num sonho que Xuxa teve bem antes da confirmação da gravidez: uma menina do signo de leão chegaria. "Leãozinho", de Caetano Veloso, então se tornou uma espécie de música-tema do "anjo mais lindo do mundo", da "pinturinha" de Dona Alda, da leoinha de Xuxa e Luciano Szafir. Xuxa, você que faz parte de nossas vidas, receba a homenagem que fizemos para aquela que É a sua VIDA.
Parabéns, Sasha! ‪#‎Sasha18‬

terça-feira, 26 de julho de 2016

Programa Xuxa Meneghel #49 - 25/07/2016

O 49º programa Xuxa Meneghel trouxe o cantor Thiaguinho, a cantora Lexa e ainda uma participação especial da bateria da Escola de Samba Grande Rio.
Lexa e Escola de Samba (não juntas) já tinham participado do programa. A novidade ficou por conta de Thiaguinho. E o cantor honrou o posto! Graças a ele tivemos uma nova entrada - algo que não víamos e muito pedíamos - e um novo quadro.


De maneira atípica, Xuxa começou o programa nos bastidores, em sua sala de convidados, de onde saiu direto para o palco levando o rapaz a tiracolo. As câmeras registraram tudo, principalmente a emoção dos presentes ao ver Xuxa, como nos primeiros programas, quando ela ainda fazia sua entrada no palco. Pequenos detalhes que fazem toda a diferença pra gente. Podia ser toda semana assim, né?


Logo depois, Thiaguinho fez o que podemos chamar de "Faço Parte do seu Show - Edição do Fã".
Algumas meninas da plateia, que se consideravam fãs do cantor, foram convidadas a dizer por que deveriam participar de um show dele. Enquanto falavam, Thiaguinho ouvia tudo e em determinado momento as surpreendia com uma espécie de credencial para acesso ao show e ao camarim. Reações diversas, desde as bem sinceras até a que parecia não fazer muito caso, passando pela que disse que ia "tirar onda" e tava mais interessada em tirar foto pra ostentar por aí. Vai entender...


A participação do cantor continuou sendo destaque no sofá, onde Xuxa realizou um divertido bate-papo. Uma nova brincadeira serviu de apoio à entrevista: "Amigo X", no qual Gabriel Barriga (amigo e compositor de Thiaguinho) ficou escondido e revelou algumas intimidades do cantor. E nossa Rainha, é claro, aproveitou pra contar algumas suas também. Ela deixou até subentendido que às vezes arrisca mandar alguns nudes quando está longe do namorado. Você confirma essa história, Junno?


Num momento "Falei-e-se-reclamar-falo-de-novo", Xuxa comentou sobre os pés de Pelé. Alguns sites já fizeram uma chamada sensacionalista e muita gente comentou como se fosse algo inédito. Antes que atirem mais pedras que de costume na loira, já mostramos que isso já foi assunto há exatos 20 anos, numa entrevista para a Playboy e, pra não ter erro, nas palavras de Xuxa à revista: "já achava e continuo achando o pé dele horrível. O resto eu achava maravilhoso. Entendeu?"


A cantora Lexa, que havia participado do programa 09, voltou  e competiu com Thiaguinho em outras duas novas brincadeiras: "5 Segundos" e "Duelo Musical". Nossa loira se empolgou com a competição "meninos x meninas" e bateu uma nostalgia a la #xoudaxuxa30anos: "ai que saudade"! Nós também! As brincadeiras foram dinâmicas e não se estenderam como costuma acontecer com outras - "No Escurinho do Cinema", por exemplo - o que muitas vezes acaba quebrando o ritmo. Tudo na medida certa!


Nany People surgiu de gueixa no palco para chamar sua primeira matéria internacional, gravada recentemente em sua viagem a Tóquio, no Japão, contando algumas curiosidades da terra do sol nascente.


Pra encerrar, a bateria mirim da Grande Rio, homenageará Thiaguinho no próximo carnaval, fez uma participação surpresa no último bloco.


Foi uma das raras vezes que o programa não teve uma externa gravada por Xuxa. Apesar das atrações que não agradam a todos os gostos, nossa Rainha soube aproveitar bem os convidados com pautas interessantes e momentos divertidos.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Revista da Xuxa: Edições 63, 64 e 65 (Promocionais da Arisco)

Por: Leandro Franco

Hola, ¿cómo están todos? Bien? Hoy tenemos muchas cosas que comentar ...

E já vamos começar explicando por que  nosso post começou escrito em espanhol.  Lembram-se que no post passado mostramos toda a grandiosidade da parceria Xuxa e Arisco e que isso não ficou restrito ao território brasileiro? Na Argentina a Arisco também escolheu Xuxa para ser sua estrela e mostrar o que as dueñas de casa poderiam fazer com os produtos da empresa.


Nos primeiros comerciais argentinos, os produtos eram mostrados em sua embalagens “brasileiras”, o que foi corrigido pouco tempo depois:

Vídeo institucional da parceria em espanhol



Com toda essa divulgação, claro que a Arisco não deixaria de usar a mesma estratégia que vinha dando certo no Brasil: as revistinhas promocionais. Sem querer, a empresa acabou atendendo um pedido de muitos baixinhos e até mesmo da própria equipe de criação do gibi.



No post em que comentamos a edição de 1º aniversário, mostramos que entre os planos da equipe da Revista da Xuxa estava o lançamento da publicação em espanhol, somado a isso tivemos, durante toda a existência da revistinha, a publicação de cartinhas de leitores de fora do Brasil que pediam que a Revista fosse lançada fora do Brasil, mas a resposta que Xuxa podia dar era algo mais ou menos assim: “infelizmente minha revistinha não é publicada fora do Brasil. Espero que você possa continuar contando com alguém daqui (do Brasil) que possa lhe enviar as edições”.


Cartinhas publicadas respectivamente nas edições 42 e 48 da Revista da Xuxa (Junho e Dezembro de 1992)

A ideia foi boa, mas não foi bem executada. A Revista da Xuxa lançada na Argentina era semelhante à edição brasileira. Semelhante até demais. A capa era A MESMA! Não houve a preocupação de traduzir corretamente: Revista DE Xuxa, era DA Xuxa mesmo e pronto! A numeração também foi mantida, o que deve ter feito nossos hermanos se perguntarem: “mas já começa a partir do número 63?



E o que dizer dos personagens? O Moderninho – Modernito para eles – não aparecia do Show de Xuxa, como explicar aquele boneco de espuma falante lá no meio dos personagens. E a Vovuxa? Lembrando que não existia internet, nem rede social para facilitar a pesquisa e conhecimento das coisas.



Em compensação algumas fotos inéditas foram reservadas para as contracapas argentinas: o produto era o mesmo, mas a foto...



A tradução das histórias é um capítulo a parte. Parece que quiseram acompanhar Xuxa nos seus primeiros programas argentinos. Na época, a loira já avisava que ainda não dominava o idioma e que poderia surgir um portunhol. Pois foi exatamente o que aconteceu com o gibi da Arisco: portunhol, não tem outra explicação.

Dúvidas? Consulte o Dicionário de Portunhol da Arisco

"Historietas" a parte, voltemos ao Brasil e vamos ver o que nos reservam as edições 63, 64 e 65 da Revista da Xuxa.


Edição 63


Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 63

O produto em destaque é o Caldo de Galinha Arisco. Já na capa temos Xuxa Cachinhos Dourados comendo a sopa dos “três ursos”. A propósito, nessa fase da Arisco os gibis passaram a ter capas que faziam uma menção direta à historinha interna – recurso que nunca foi usado quando a revista era vendida em bancas. Na aventura, Xuxa, Moderninho, Dengue e Praga vão interpretar os personagens da história infantil “Cachinhos Dourados” para um filme da loira. Tudo com o patrocínio da Arisco, claro.


Até uns quadrinhos mais bem humorados foram incluídos, mas nem assim deu pra garantir um final mais interessante, infelizmente.



O pôster – não podia ser diferente – ficou com Xuxa e o caldo de galinha da Arisco.


Mais dois passatempos para os baixinhos completaram a edição, que foi publicada em setembro de 1994.


Curiosidade: comparem alguns quadrinhos da versão nacional com a argentina

Por que não usaram o termo correto: "bajitos"?


Por que usar a tradução literal da música, quando existe a versão adaptada desde 1990?

Inédito na internet: o primeiro Toc Toc da Xuxa!



A expressão "Amigo Urso" não faz sentido lá na Argentina, então que nunca lhes falte a sopita, né?


Edição 64

Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 64

Parece que brincar com os contos de fada deu certo e Chapeuzinho Vermelho foi a história escolhida para ser adaptada pela 64ª edição da Revista da Xuxa. Bom, nada muito novo. Lá na edição 11, bem no comecinho de tudo, já tinham transformado Xuxa na heroína da capa vermelha...


Se transformar Xuxa em Chapeluxa – ou Caperuxuxa, na edição Argentina – não era coisa nova, misturar as histórias era e assim tivemos os três Porquinhos e os carneirinhos (lembram do XSPB 3) no meio da bagunça toda.


Outra coisa que não foi novidade, foi a dificuldade em dar um fim mais consistente à história. A impressão que  temos é que o roteirista se empolgou, foi desenvolvendo a história e alguém chega e fala “mas você só tem mais 3 quadrinhos para acabar a historinha” e tudo acaba meio a trancos e barrancos.


Poster da Goiabada para nós  e Dulce de Guayaba para nuestros hermanos.


Mais dois passatempos e missão cumprida naquele setembro de 1994.



Curiosidade: comparem também alguns quadrinhos da versão nacional com a argentina da edição 64

 Se fosse a Cinderela seria Cinderuxa?

Entendeu que Caperuxuxa é um nome feio? Nós também...

Braguinha para nós, Carlos Gardel para eles


Edição 65

Clique aqui para download da versão digitalizada da revistinha nº 5

A primeira edição da Revista da Xuxa do ano de 1995 foi publicada logo em janeiro. Depois de 4 edições publicadas em meses aleatórios, a Arisco parecia estar convencida de que a Revista tinha dado certo e passou a publicá-la mensalmente, mas não isso teve vida longa, infelizmente.
A capa e a historinha focavam no Marron Glacê da Arisco, que representava o tesouro escondido do Pirata Modergancho, tataravô do Moderninho. E como já sabem: onde tem Moderninho, tudo é possível... Até mesmo um baú ficar enterrado décadas e depois de aberto ter caixas de Marron Glacê pronto para o consumo.


Insanidades a parte, Moderninho bancando o pirata não é algo novo na Revista da Xuxa. Lá na edição 27, o boneco já tinha se empolgando com a vida dos sete mares e ficado cara a cara com piratas de verdade.


Xuxa quase não aparece nesta historinha, assim como o produto da vez. Curioso que nem foto da Xuxa com o Marron Glacê foi publicada. O pôster ficou para o catchup Arisco.


Depois de uma comilança dessas: sopa com Caldo de Galinha, Goiabada e Marron Glacê de décadas é mais do que hora de dar uma pausa pra digestão... Então, já sabem, semana que vem voltamos com o último post sobre as Revistinhas Promocionais da Arisco. Huuum, mas sexta que vem ainda está tão longe, acho que vamos deixar vocês darem uma espiadinha... o que você acha, Xuxereia?


Já imaginaram Xuxa sendo a Ariel de "A Pequena Sereia"? Semana que vem...

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